CEC

Assim, com o propósito firme de servir a Jesus e a Kardec, reunidos na Sala de visitas de D. Iracema, decidiu-se pela criação de uma pequena Instituição, tendo sido registrado o seguinte:

“Ata da Reunião de Fundação de uma Sociedade Espírita no Bairro do IBES – Vila Velha – E. Santo”.

“Aos dezoito dias de abril de 1969, Dia do Livro Espírita, na residência do confrade Dalmir Ferreira dos Santos, residente à Rua Maria Ortiz, nº 115 no bairro do IBES, município de Vila Velha, reuniram-se os companheiros Dalmir Ferreira dos Santos, Dalza dos Santos Nunes, Lamartine Palhano Júnior, Ismael Ferreira dos Santos, Gladis Iunges Zani, Lírio Zani, Júlio Cezar Grandi Ribeiro, Walace Fernando Neves e Arildo Nunes de Santana. Às 20:30 horas. a reunião iniciou-se com a leitura preparatória de uma página doutrinária extraída de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e a seguir foi feita a prece de abertura. Após breves comentários evangélicos, a conversação e troca de idéias derivou-se para a Sociedade Espírita em fundação. Deliberou-se compor uma diretoria formada de um Presidente, um Secretário e um Tesoureiro, sendo aclamado Dalmir Ferreira dos Santos, Walace Fernando Neves e Lírio Zani, respectivamente. Considerou-se que: 1º – O nome e os Estatutos da Sociedade deverão ser objeto de estudos em próximas reuniões; 2º – A Instituição sediar-se-á no Bairro do IBES; 3º – A Diretoria aclamada estará em vigor desde já. Nada mais havendo a tratar a reunião foi encerrada com uma prece proferida pelo irmão Lamartine Palhano Júnior, às 21:30 horas, da qual eu, Walace Fernando Neves, Secretário, lavrei a presente ata que após lida e aprovada será assinada.

“IBES, 18 de abril de 1969″.

Assinaram esta ata: Dalmir Ferreira dos Santos, Lírio Zani, Júlio Cezar Grandi Ribeiro, Lamartine Palhano Júnior, Gladis Zani, Arildo Nunes de Santana, Dalza dos Santos Nunes, Ismael Ferreira dos Santos, Iracema Ferreira dos Santos e Walace Fernando Neves.

Estava, desta forma, criada a Instituição, porém, não havia possibilidade de se propor a filiação desta nova célula espírita, naqueles momentos tempestuosos. Era necessário aguardar o tempo cicatrizar as feridas existentes, pois ele é e será sempre o melhor remédio.